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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Título: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
Autor: J.K.Rowling
Tradutor: Isabel Fraga

Sinopse: Faltavam ainda algumas semanas para o fim de mais umas horrendas férias de Verão com os Dursleys, quando Harry ouve a triste notícia da vinda da detestável tia Marge! Quebrando as leis de Hogwarts, Harry não resiste a usar os seus poderes de feiticeiro e acaba por abandonar a casa dos tios, deixando a perplexa tia Marge, mais inchada do que um balão, a flutuar junto ao tecto da cozinha dos Dursleys... Mas este terceiro ano de Harry Potter na Escola de Magia e Feitiçaria esconde perigos insuspeitados. De Azkaban, a prisão-forte dos feiticeiros, evade-se o prisioneiro mais temido, Sirius Black, que muitos dizem ser o fiel servidor de Voldemort, o Senhor das Trevas. E porque repetiria ele, durante o sono, a frase: "Ele está em Hogwarts... Ele está em Hogwarts"? Estaria a referir-se a Harry Potter? Tudo indica que sim. O nosso herói não está a salvo nem mesmo dentro das paredes da Escola, agora que o lado negro está a reunir as suas forças. A atmosfera em Hogwarts torna-se cada vez mais tensa. Quem é, afinal, Sirius Black? Porque é que os Dementors, os guardas de Azkaban, têm um efeito tão devastador sobre Harry? Haverá realmente um traidor entre os seus amigos de Hogwarts? A cada nova aventura, Harry enfrenta forças mais poderosas, a cada nova aventura, levanta-se um pouco mais o véu que esconde os mistérios da sua família...


---------- Esta opinião contém, muito provavelmente, alguns spoilers ----------

Opinião: Este terceiro volume é primeiro anúncio da viragem Negra que a saga vai dar, e a partir daqui é sempre a piorar (ou a melhorar, depende do ponto de vista). Com a curiosidade de ser o único livro da saga em que o inimigo não é directamente o Voldemort, uma vez que não há propriamente um inimigo, apesar de só o descobrirmos no final.

Para mim pessoalmente, este livro tem a vantagem de ser aquele que introduz duas das minhas personagens favoritas de toda a saga: Sirius Black e Remus Lupin. Sirius, o padrinho de Harry Potter, é o primeiro Griffyndor numa longa linhagem de Slytherins, sendo inclusivamente aparentado com os Lestrange e os Malfoy, e tendo como irmão Regulus Black, um Devorador da Morte. No entanto, tanto Mr. como Mrs. Weasley são seus primos afastados, assim como Tonks, que é sua prima em segundo grau, pelo que percebi. Foi o melhor amigo do pai de Harry, James Potter e injustamente atirado para Azkaban durante mais de uma década.

Já Lupin é um lobisomem que vai para Hogwarts a convite de Dumbledore, para ensinar Defesa Contra a Magia Negra. Também ele foi um grande amigo de James e Sirius, durante a adolescência, juntamente com o nojentinho do Wormtail. Auto-denominavam-se os Salteadores, sendo eles os criadores do Mapa do Salteador que chega às mãos de Harry neste livro.

O livro introduz igualmente os Dementors, guardas sobrenaturais de Azkaban, com um aspecto sinistro e aterrador, apenas ultrapassado pelo efeito que têm nas pessoas, literalmente sugando-lhes a felicidade.

Dá-se neste livro uma mudança, eu diria que é quase que o começo de uma saga completamente nova, com livros mais adultos e mais sombrios, embora este não seja nada de especial, comparado com os seguintes, especialmente os dois últimos. E Harry demonstra finalmente não ser um feiticeiro completamente inapto, ao aprender a conjurar um Patronus perfeito, com Lupin, um feito que pelos vistos é alto de absolutamente extraordinário, na sua idade.

Como já disse, o livro apresenta um tom mais maduro que os dois primeiros, e dá início a uma viragem muito grande no tom da série. Uma mudança que muito me agrada e que marca este livro como um dos meus favoritos desta saga de feitiçaria e muito mais.

domingo, 21 de agosto de 2011

Harry Potter e a Câmara dos Segredos

Título: Harry Potter e a Câmara dos Segredos
Autor: J.K.Rowling
Tradutor: Isabel Fraga

Sinopse: Harry Potter está ansioso por ver terminadas as medonhas férias de Verão que está passar com os Dursleys, os Muggles mais Muggles de todo o planeta. Mas o tempo parece ter adormecido, ou então está com muita preguiça, porque nunca mais passa. Entretanto surge uma visita inesperada - uma estranha criatura de grandes olhos verdes e enormes orelhas, o elfo Dobby, que traz um sério e terrível aviso: HARRY POTTER NÃO DEVE VOLTAR A HOGWARTS. E a verdade é que no seu segundo ano na escola de feitiçaria, Harry vê-se envolvido numa terrível espiral de perigos e desventuras. Vozes horripilantes sussurram, vindas das paredes; algo ou alguém anda a transformar os alunos em pedra; aparecem fantasmas tenebrosos e aranhas gigantes; e um dia um misterioso aviso é escrito em letras brilhantes numa parede de Hogwarts: A CÂMARA DOS SEGREDOS FOI ABERTA. INIMIGOS DO HERDEIRO, CUIDADO. Mas o que é que isto significa? Harry Potter, Ron e Hermione vão fazer tudo para resolver este mistério, arriscando as suas próprias vidas.

---------- Esta opinião contém, muito provavelmente, alguns spoilers ----------

Opinião: Cá estamos no segundo livro e no segundo ano de Harry Potter Cheio De Sorter. Se querem a minha opinião honesta, já de repente, e sem paninhos quentes, cá vai: meh. O que eu quero dizer é que isto podia estar bem melhor... Tem alguns pontos interessantes, mas apenas em termos teóricos. É o tipo de livro que é só garganta... Promete uma grande cena com o Ford Anglia a voar por Inglaterra fora, e dá 2 ou 3 páginas vagamente interessantes. Promete grandes perigos e uma grande batalha com o Basilisco, e depois a mesma conversa, acaba demasiado depressa.

Enfim, digamos que não achei grande piada ao livro, é demasiado anticlimático. "Ai que vem aí uma granda cena de porrada! Oh, afinal foram só 3 linhas.". Desilude-me um bocado.

Por outro lado, é a primeira vez que aparece o Dobby, com a sua maneira esquisita de falar, a sua mania de se auto-castigar e a vontade de salvar o Potter. Devo dizer que o Dobby é uma das minhas personagens favoritas, apesar de não saber explicar muito bem o porquê... Apenas gosto sempre, quando ele aparece. Talvez até tenha a ver com o Dobby dos filmes, um bonequinho muito bem conseguido e bastante cómico, embora seja igualmente cómico nos livros.

Ah, e já tive uma professora estilo Lockhart, que gostava de começar as aulas a falar de si própria e de todos os feitos espectaculares e condecorações superlativamente honrosas que já tinha recebido, portanto, achei alguma piada a esta personagem.

Apesar de tudo, este livro fica aquém das minhas expectativas, e lembro-me que já na altura em que o li pela primeira vez não lhe achei grande piada...

sábado, 20 de agosto de 2011

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Autor: J.K.Rowling
Tradutor: Isabel Fraga

Sinopse: Quando naquela cinzenta manhã de terça-feira o senhor Dursley deparou, ao sair de casa, com uma gata malhada que estudava atentamente um mapa, mal poderia imaginar todos os acontecimentos estranhos e misteriosos que se estavam a preparar. Mas, quando dez anos mais tarde, enigmáticas cartas endereçadas a Harry Potter, o sobrinho desprezado dos Dursleys, começam a chegar em catadupa lá a casa, é como se um raio atravessasse as suas mentes - o segredo que tão bem tinham guardado durante tanto tempo está prestes a ser revelado. O que poderá acontecer se Harry Potter descobrir que é um feiticeiro? Esta é uma história mágica, recheada de fantasia e encantamento, de aventuras misteriosas e de perigos arrepiantes, de criaturas sobrenaturais e de surpresas divertidas, que está a enfeitiçar crianças... e também a gente mais adulta, um pouco por todo o mundo.

---------- Esta opinião contém, muito provavelmente, alguns spoilers ----------

Opinião: Enquanto lia este livro senti precisamente a mesma coisa que costumo sentir quando apanho desenhos animados da minha infância a dar na televisão. Por um lado há aquela excitação de "ah!, eu conheço isto!" ou "lembro-me tão bem, agora vai acontecer isto assim assim"; por outro há aquele sentimento de surpresa do estilo "já não me lembrava que isto acontecia!"; e por outro há um certo prazer sorrateiro em já saber a história toda.

Tenho quase a certeza que a maior parte de vocês me percebe... É uma mistura esquisita e bastante curiosa de emoções e sentimentos que ainda por cima é acentuada por ser uma saga que (no meu caso), me acompanhou através grande parte da minha infância e da minha adolescência. Aliás, se bem me lembro, este primeiro foi lido quanto eu tinha um bocadinho menos que a idade de Harry, acho que estava no terceiro ano ou quarto ano, ou seja, tinha os meus 8 ou 9 anos...

O que significa que o livro me caiu maravilhosamente bem, na altura. Se a memória não me falha, achei que era a melhor coisa de sempre e andei semanas e meses inteiros a imaginar-me a espancar um troll com a sua própria moca, sem me esquecer que é Wingardium leviosa, e não Wingardium leviossá. E os obstáculos que tiveram que enfrentar até chegarem à Pedra Filosofal? O que eu me deliciei com a forma como enfrentaram a Armadilha do Diabo. Aqui para nós que mais ninguém nos lê, se eu tivesse que enfrentar uma planta gigante, acho que a primeira coisa que pensava era 'FOGO, MONTES DELE', mas enfim, a solução que a Hermione arranjou foi igualmente eficaz. As chaves voadoras, o xadrez gigante, as poções (que vagamente anticlimático, não?), o troll inconsciente...

Mas é óbvio que desta vez não me caiu tão bem. Quer dizer, é claramente um livro para crianças, uma verdadeira fábula dos tempos modernos, com mensagens de amor e amizade, impregnada de um espírito de "juntos venceremos", já para não falar do humor infantil que direcciona claramente o livro para um público mais jovem.

No entanto, se há alguma vantagem em ler isto sem ser já uma criança, é que me permite confirmar uma coisa: não sou grande fã do Harry Potter, da personagem assim. É apenas um miúdo cheio de sorte. Hagrid diz-lhe como passar por Fluffy; Hermione faz que com passem pela Armadilha do Diabo e pela sala das Poções; é Ron que vence o xadrez gigante; o troll já estava KO; e só não morre no final porque o Quirrel aparentemente se esquece que é um feiticeiro e que sabe fazer magia, daquela que mata pessoas. A única coisa que o Harry faz é apanhar a chave voadora, que mesmo assim já tinha as asas amarrotadas.

Enfim, coitadinho do rapaz. Ainda tenho tanto para malhar nele, é melhor não gastar já os cartuchos todos. Foi divertido, e li-o num instante, mas a verdade é que queria era ler os mais interessantes, nomeadamente a partir do terceiro, especialmente os dois últimos. A ver vamos como corre o resto da temporada.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Harry Potter e a Câmara dos Segredos


Título: Harry Potter e a Câmara dos Segredos
Autor: J. K. Rowling

Opinião: E eis que chegamos ao segundo ano na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. Tudo faz prever um ano agitado para Harry com o aparecimento do elfo doméstico Dobby que o avisa de que não deve voltar para a escola onde macabros acontecimentos terão lugar.

É neste livro que nos é dada uma maior informação acerca dos preconceitos relativos ao sangue mágico por parte de alguns feiticeiros. Somos introduzidos a dois novos conceitos: Sangue de Lama e Busca Pé, que parecendo que não têm uma grande em toda a história.

Afinal toda a guerra mágica que se avizinha tem como base a glorificação do Sangue Puro e a extinção dos Muggles e Sangues de Lama.

Também assistimos à primeira grande dúvida existencial de Harry (seria ele um verdadeiro Griffindor? Seria ele o herdeiro de Slytherin?) e a sua consequente mostra de heroísmo e fidelidade para com o Bem.

Mais uma vez deparei-me com pormenores e passagens das quais já não me lembrava de todo, tendo tido mais uma vez a sensação de que nunca tinha lido aquilo na vida.

Agora avancemos para o Prisioneiro de Azkaban.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal

Autor: J. K. Rowling

Opinião: E bom, parece que fui a primeira a dar início a este adorado desafio. Com orgulho o inauguro.

Antes de opinar sobre este primeiro e épico livro da saga da grande J. K. Rowling, vou falar um pouco sobre a minha experiência pessoal Harry Potter. (Mandem-nos também as vossas que nós com muito prazer publicaremos).

Ora bem, tinha exactamente onze anos quando o meu pai, na altura grande fã da saga, me disse que talvez já estivesse na hora de ler a Pedra Filosofal. Na altura gostava moderadamente de ler, e as letras pequeninas da edição da Presença assustavam-me um pouco. (Acho que nunca tinha lido um livro maior que aquelas 253 páginas).

Ligeiramente resignada, comecei a ler. Acerca da introdução mantenho a mesma opinião hoje em dia: aborrecida. Felizmente passei da primeira página e a história começou a tornar-se substancialmente mais interessante.

Rapidamente me identifiquei com o Harry, que tal como eu tinha onze anos. Entretanto dei por mim completamente absorvida pelo seu mundo. Rapidamente acabei o primeiro e passei ansiosamente para o segundo. Vivia para ler Harry Potter, e quando submergia à minha realidade tudo parecia desinteressante e pouco vivo. Os meus pais estavam a meio de um divórcio, a minha vida emocional estava instável e estava a entrar na pré-adolescência. Tudo me fazia mergulhar cada vez mais fundo na leitura das aventuras deste rapazinho corajoso e dos seus amigos. Foi para mim, tal como para Rowling, um verdadeiro escape à realidade.

À noite sonhava com as aventuras que tinha lido durante o dia e do que a minha ingénua e pura imaginação de onze anos ainda permitia, sonhava com a possibilidade de receber uma carta de Hogwarts. Eu praticamente vivia Harry Potter.

Quando finalmente acabei o Príncipe Misterioso senti-me vazia. Já não havia mais e o último NUNCA MAIS SAÍA.

Lá chegou por fim, em inglês. E então NUNCA MAIS TRADUZIAM.

Mas também a tradução chegou um dia, lançada a uma meia-noite de quinta-feira. Roguei à minha mãe que fossemos comprar o livro mas claro que ela disse que não.

Fui dormir em êxtase.

No dia seguinte de manhã acordei cedo, a minha mãe deu-me 25 euros para comprar o livro (nada caro) e lá fui eu apanhar o autocarro 35 para a escola. Ainda faltavam 45 minutos para a aula começar e eu corri até à livraria Multinova, perto da escola rezando para que tivessem o livro. Tinham.

Peguei religiosamente no exemplar que me tinha sido dado para as mãos e paguei-o com ansiedade. Saí da loja e li a primeira frase. Sorri.

Quando cheguei à escola mostrei o livro à minha melhor amiga que perguntou:

-Ele morre?

Saltei rapidamente para a última página de Os Talismãs da Morte e ambas lemos: "Há 19 anos que a cicatriz não lhe doía. Estava tudo bem."

Quanto à opinião sobre A Pedra Filosofal: Foi como se estivesse a ler de novo. Não com a mesma emoção, mas com o mesmo carinho. Li com mais interesse e ânsia do que qualquer outro livro que me tenha passado pelas mãos nos últimos quatro ou cinco anos. Óbvio.

domingo, 12 de abril de 2009

Os Contos de Beedle o Bardo


Escrito por J. K. Rowling, a célebre autora de 'Harry Potter', não é mau, tem histórias engraçadas, e os comentários de Albus Dumbledore (o director da escola de Hogwarts, até ao 6º livro, onde morreu) e que deixou como testamento a Hermione Granger (a amiga de Harry Potter) este mesmo livro, dão-lhe um toque de... não sei o quê, mas dão. Ao lermos que Dumbledore deixou este livro como testamento a Hermione, e depois ele ser publicado, dando-nos assim a possibilidade de o lermos, é algo de espectacular. Depois tem os pequenos pormenores, como uma pequena frase numa das primeiras folhas, debaixo do título 'Traduzido das runas originais por Hermione Granger'; e os comentários de Dumbledore acima referidos, dão-lhe o tal toque de não sei o quê.


Como em qualquer livro de Harry Potter, vemos a influência portuguesa, causada pelo casamento da autora com um português, e do tempo que cá passou, bem como alguns livros terem sido em parte escritos em Portugal. Neste livro é a capa que chama mais a atenção para isso. Ora vejam lá bem. Não vos faz lembrar um azulejo daqueles à là tuga? Pois é, pois é... Portugal e os portugueses estão sempre presentes nos livros de Harry Potter, normalmente em pequenos pormenores, e este livro não escapa à regra.

E bem... cá fica, não tenho muito mais a dizer do livro. Apenas que é bom e aconselho, especialmente a fãs de Harry Potter.