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terça-feira, 18 de junho de 2013

Polarity #2

Argumento: Max Bemis
Arte: Jorge Coelho
Cores: Felipe Sobreiro
Legendagem: Steve Wants

Opinião: Novamente uma capa fenomenal. E novamente uma capa que promete mais do que aquilo que o comic realmente tem.

É verdade que teve vários momentos interessante, como quando *spoiler* a personagem principal usa os seus recém-descobertos poderes *spoiler*, mas a explicação que é dada pelo sacana do terapeuta...

Ia-me falecendo todo naquelas duas páginas. A coisa até estava a correr bem, o primeiro comic foi mediano, mas prometia desenvolvimentos interessantes. E depois o terapeuta saca da explicação mais cliché de sempre para o que se estava a passar. Fiquei triste.

Mas nem tudo é mau, como já disse, há momentos verdadeiramente interessantes e engraçados, e a arte de Jorge Coelho continua muito boa, assim como as cores de Felipe Sobreiro. Só tenha pena que o tema não esteja a ser tão bem explorada como podia estar a ser.

Enfim, ainda há mais 2 números nesta série, pode ser que aconteçam coisas mais interessantes no final do que no princípio...

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Polarity #1

Argumento: Max Bemis
Arte: Jorge Coelho
Cores: Felipe Sobreiro
Legendagem: Steve Wants

Opinião: Olhem-me para esta capa. Promete, não promete? Tem um ar tão deliciosamente psicadélico. A melhor expressão que encontro para descrever o que achei deste comic baseado apenas na capa é: "completamente marado dos cornos".

Era isso que estava à espera de encontrar. Uma história estranha sobre um gajo bipolar que estivesse a lidar com a sua doença, por entre alucinações e trips mentais.

O que encontrei realmente foi algo ligeiramente mais fraco. A doença não me pareceu propriamente bem retratada, e não consegui achar a personagem principal tão interessante quanto isso.

A arte de Jorge Coelho (um português!) é boa, e retrata bem o ambiente em que a personagem vive, cheio de hipsters presunçosos. E a história é interessante, mas não me prendeu.

É preciso ter em conta que isto é só o primeiro número, e que serviu basicamente para apresentar as personagens e a situação, e tenho que confessar que acaba de forma genial, quer dizer, há sangue e tripas numa ilustração muito bem conseguida e que conseguiu deixar-me curioso quanto ao número seguinte.

Agora falta ver se o resto da série de comics me convence. Há potencial, pelo menos.