Autor: J.R.R.Tolkien
Opinião: E assim chega ao fim a minha jornada épica pela trilogia de Tolkien. Foram três bons livros recheados de personagens fantásticas, momentos épicos, descrições impressionantes e uma mitologia rica.
Também tem um bom começo e um bom final. Só bons ingredientes, mesmo bem encaixados nos meus gostos. O final, confesso, é diferente do que eu esperava (e me lembrava), e só por ler os nomes dos capítulos, no índice, fiquei com medo que se arrastasse demasiado.
Felizmente Tolkien não desaponta. O grande clímax do livro dá-se pouco depois de meio, e os momentos finais "arrastam-se" por umas boas cento e tal páginas, mas nunca se arrastam num mau sentido. É uma conclusão devida e necessária a uma das sagas mais grandiosas de sempre.
Afinal, se tudo acabasse pouco depois do Anel ser destruído - num momento emocionante, mesmo depois de ser a quarta ou quinta vez que o leio/vejo - muito ficaria por explicar. E se há algo que Tolkien é, é meticuloso. Como tal, faz sentido que tenha o cuidado de detalhar o que acontece a praticamente todas as personagens que acompanhámos ao longo da trilogia.
E o panorama é optimista. O Mal é vencido, há novos reis por todo o lado, mais justos e unidos, alguns casamentos, pequenas vitórias finais sobre réstias de maldade, e concretização de promessas (é bom de ver Tolkien a lembrar-se que Legolas tinha que ir visitar as grutas e que depois Gimli tinha que ir a Fangorn).
Isto tudo inclui uma pequena aventura no Shire que dava um livro por si só, num dos momentos mais divergentes da adaptação cinematográfica, e que não é mais do que uma demonstração do quanto os quatro pequenos hobbits protagonistas são agora adultos capazes de, sozinhos, salvarem todo o Shire. E também de que pode haver redenção para alguns maus da fita, ainda que pelas razões erradas.
E é então que, após ter lido mil e não sei quantas páginas, e de ter visto inúmeras personagens a morrer e a sofrer e a vencer, tudo termina com Sam a voltar a casa, para a sua família, num agora pacato Shire, após cumprir o seu último serviço a Frodo. Não imagino outro final para este livro - nem para esta saga.
Também tem um bom começo e um bom final. Só bons ingredientes, mesmo bem encaixados nos meus gostos. O final, confesso, é diferente do que eu esperava (e me lembrava), e só por ler os nomes dos capítulos, no índice, fiquei com medo que se arrastasse demasiado.
Felizmente Tolkien não desaponta. O grande clímax do livro dá-se pouco depois de meio, e os momentos finais "arrastam-se" por umas boas cento e tal páginas, mas nunca se arrastam num mau sentido. É uma conclusão devida e necessária a uma das sagas mais grandiosas de sempre.
Afinal, se tudo acabasse pouco depois do Anel ser destruído - num momento emocionante, mesmo depois de ser a quarta ou quinta vez que o leio/vejo - muito ficaria por explicar. E se há algo que Tolkien é, é meticuloso. Como tal, faz sentido que tenha o cuidado de detalhar o que acontece a praticamente todas as personagens que acompanhámos ao longo da trilogia.
E o panorama é optimista. O Mal é vencido, há novos reis por todo o lado, mais justos e unidos, alguns casamentos, pequenas vitórias finais sobre réstias de maldade, e concretização de promessas (é bom de ver Tolkien a lembrar-se que Legolas tinha que ir visitar as grutas e que depois Gimli tinha que ir a Fangorn).
Isto tudo inclui uma pequena aventura no Shire que dava um livro por si só, num dos momentos mais divergentes da adaptação cinematográfica, e que não é mais do que uma demonstração do quanto os quatro pequenos hobbits protagonistas são agora adultos capazes de, sozinhos, salvarem todo o Shire. E também de que pode haver redenção para alguns maus da fita, ainda que pelas razões erradas.
E é então que, após ter lido mil e não sei quantas páginas, e de ter visto inúmeras personagens a morrer e a sofrer e a vencer, tudo termina com Sam a voltar a casa, para a sua família, num agora pacato Shire, após cumprir o seu último serviço a Frodo. Não imagino outro final para este livro - nem para esta saga.