Mostrar mensagens com a etiqueta Mary Jo Duffy. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mary Jo Duffy. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Star Wars: Clássicos 12

Título: Star Wars: Clássicos 12

Guiões: Mary Jo Duffy
Desenhos: Cynthia Martin, Sal Buscema, Steve Leialoha
Arte-final: Art Nichols, Sam de la Rosa, Ken Steacy, Whilce Portacio
Cores: Petra Scotese, Glynis Oliver, M. Wrigthson, Daina Grazinus, Elaine Lee
Tradução: Renato Neves e José Vala Roberto

Sinopse: Agora que a ameaça do Império ficou para trás, surge um novo inimigo que põe em risco a tão desejada paz: os Nagai, uma raça alienígena chegada de outra galáxia. Luke Skywalker já enfrentou um dos seus piores comandantes, Den Siva, tendo perdido o amigo Kiro nessa batalha, e Han Solo nutre um ódio antigo pelo líder, Faca. Mas os Nagai talvez não sejam o único inimigo a enfrentar e os nossos heróis terão de pôr à prova o seu valor, a sua força e até a lealdade numa batalha recheada de surpresas e de alianças inesperadas.

Opinião: Com muita pena minha, achei este livro, o último dos que comprei desta colecção, bastante fraco.

Há um certo limite para a quantidade de palhaçada e de raças/personagens completamente unidimensionais e sem qualquer tipo de interesse que eu consigo aturar.

Os primeiros livros foram deveras interessantes, e o destaque destes 12 volumes vai para os momentos em que os autores, fossem quem fossem, se passavam dos carretos e faziam algo completamente diferente do geral.

Infelizmente não há nada do estilo, neste livro. Se no anterior a continuação pós-história-dos-filmes tinha ficado relativamente bem feita, ou plausível, pelo menos, neste estragam tudo, com um argumento que parece ter sido escrito por uma criança a brincar com os bonecos da saga, personagens descabidas e momentos que roçam demasiado o cómico, estragando por completo o tom da série.

É impossível a história parecer dramática e intensa, como é suposto, se paralelamente vai aparecendo uma raça de baratas gigantes e palermas que só fazem asneira. Há momentos para se brincar e há momentos para se contar uma história séria. Fazer ambas as coisas ao mesmo tempo envolve um certo grau de mestria que claramente não está presente aqui.

Os desenhos, pelo menos, são moderadamente interessantes, embora pareçam demasiado genéricas, em certas alturas. O que, mais uma vez, é uma pena. O universo de Star Wars é tão único, e tem tanto para contar, e acaba por não ser minimamente aproveitado neste livro, nem nesta saga em geral.

Já me disseram que a coisa melhora, eventualmente, e um dia agarrarei nessas histórias mas, por agora, fica o desapontamento.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Star Wars: Clássicos 11

Título: Star Wars: Clássicos 11

Guiões: Mary Jo Duffy, Archie Goodwin
Desenhos: Jan Duursema, Sal Buscema, Cynthia Martin, Al Williamson, Ron Frenz
Arte-final: Tom Mandrake, Tom Palmer, Steve Leialoha, Bob Wiacek, Art Nichols, Al Williamson, Sam de la Rosa
Cores: Glynis Wein, Petra Scotese, Glynis Oliver
Tradução: Renato Neves e José Vala Roberto

Sinopse: Depois de terem destruído a segunda Estrela da Morte e derrotado o Império, os heróis rebeldes acreditavam terem acabado com a guerra. Contudo, ainda terão pela frente a maior de todas as batalhas: restabelecer a confiança na República. Ainda restam tropas imperiais activas em alguns cantos da galáxia, dedicando-se ao tráfico de escravos e à disseminação do caos. Para as enfrentar, a Aliança precisa de um exército disciplinado. Luke Skywalker é o responsável pelo seu treino, mas o último Jedi tem grandes dúvidas sobre se deve transmitir os segredos da Força às novas gerações.

Opinião: Um livro novamente perfeitamente mediano. É porreiro, mas não é nada de especial. Nem o argumento nem a arte me fascinaram particularmente.

Se bem que mesmo assim, há um ponto a favor. Pelo menos por enquanto estou a gostar da direcção que a história está a tomar: com os vilões derrotados e a história a chegar a um "fim", a saga conseguiu não se perder e ganhar a aposta de continuar após um momento tão marcante.

Para isso fez aparecer novos vilões, que não caíram de céu. Apareceram de forma relativamente normal, ainda que brusca, mas pelo menos fez sentido. Algum, vá.

Quer dizer, é interessante pensar "então e agora que o Império foi ao ar, o que é que isto implica?". Desde tropas imperiais demasiado longe da catástrofe para saberem o que aconteceu, até civilizações que se viram livres do jugo imperial e podem agora prosperar, são várias as hipóteses razoáveis.

Lá vão aparecendo algumas personagens ridículas que não são o Jar Jar. Esse nem sequer apareceu nestas BD's, abençoado. Mas as tentativas de humor palerma que vão aparecendo são demasiado ridículas. Podiam perfeitamente enveredar por uma temática mais séria e madura, sem terem que recorrer ao humor idiota para aligeirar a coisa.

E, claro, o Luke está outra vez na mesma, irritante e cheio de dúvidas completamente estapafúrdias. É uma personagem que não me consegue agradar, de maneira nenhuma. Aborrece-me!

O livro pelo menos dá para passar um bom bocado. E duma coisa não me posso queixar: é sempre agradável regressar a este universo.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Star Wars: Clássicos 10

Título: Star Wars: Clássicos 10

Guiões: Linda Grant, Roy Richardson, Mary Jo Duffy, Randy Stradley, Ann Nocenti
Desenhos: Bob McLeod, David Mazzucchelli, Tom Palmer, Bret Blevins, Tony Salmons
Arte-final: Tom Palmer
Cores: Glynis Wein, Michael Higgins, J. Ferriter, Bob Sharen
Tradutores: Renato Neves e José Vala Roberto

Sinopse: Após a derrota do Império, a Aliança Rebelde tem agora de unir todos os planetas para garantir a paz futura. Como é óbvio, tal não será tarefa fácil. Regressam velhos amigos e antigos inimigos que põem os nossos heróis à prova. Lando Calrissian aceita regressar a Drogheda para ajudar a rainha Sarna, com quem no passado esteve prestes a casar-se. Entretanto, no seu papel de embaixadora da nova Aliança de Planetas Livres, a princesa Leia enfrenta os perigos da política, os quais por vezes se revelam... mortais.

Opinião: O décimo volume de uma colecção que já me começa a custar a ler até nem foi muito mau.

Tem umas histórias menos agradáveis, ou que na prática não têm história, mas aquilo que sinto é que com a história de fundo dos filmes terminada, fica pouca coisa para contar.

Ou melhor, fica muita coisa para contar, mas falta de jeitinho e oportunidade para a contar. É por isso que algumas das histórias deste livro parecem tão "secas" e chegam a tornar-se aborrecidas. Falta uma história geral como pano de fundo, falta a motivação.

Isso é de tal forma notório que a melhor história é mesmo quando flashbackam para uma altura anterior ao fim do Império. A história que contam é decente, tem personagens cativantes e um conflito ético e emocional bastante credível. Até gostei e tudo!

Mas isto foi uma história no meio de tanta história aleatória. Para ser honesto, até nem foi a única história interessante, mas foi a única em que acabei e pensei "epah, sim senhor!". Mas já lá vou.

Antes quero falar duma história que tem aquela personagem que vem na capa. Aquela que parece um Darth Vader com mamas. Essa mesmo. Eu não sei qual foi a parte dela parecer um Darth Vader com mamas que as outras personagens não perceberam, mas só suspeitam que ela talvez seja um bocado psicótica depois de ela se revelar como psicótica. Well, DUH!

E depois há uma história com contornos tão idiotas que até me doeu o históriatálamo. Logo para começar, o Luke chega ao pé de outra personagem e vira todo sensei Jedi: "Eu sinto a Força em ti, Kiro... Foi a Força que usaste...", ao que a outra personagem responde: "Sim! Treina-me na arte de ser Jedi!", como é óbvio, quem é que não diria o mesmo?

Parece a oportunidade perfeita. Luke é o último Jedi, e tem ali um amigo com potencial. O que é que ele responde? "Não.". E porquê? Por causa de motivos. Fuck you lógica.

Mas ainda há melhor! Metade dos heróis diz aos manda-chuvas que vai de férias, e a outra metade é um bocado atrasada por um ataque qualquer de alguém, mas o Conselho dos Planetas Livres realiza-se na mesma, completamente inflexível, e acaba com uma Presidenta, muito séria, a dizer: "Ao não comparecerem, os nossos heróis optaram por não nos ajudarem a governar!".

Vai-te. Lixar. Não é assim que as coisas funcionam. Mas pronto. Pelo menos a seguir há um planeta cheio de wookies, e mais uma história minimamente sólida, com um conflito interessante, em que até chegamos a ver o Chewbacca a apanhar porrada para que não lhe magoassem a família. É comovente ver o grandalhão nessa posição.

E assim se acaba o livro, nem foi mau de todo, apesar das coisas aleatórias e sem sentido que volta e meia dão um ar de sua graça. Está é na altura de fazer uma pausa nisto e agarrar noutras BD's, que já não posso com a fronha bondosa do Luke...

sábado, 22 de junho de 2013

Star Wars: Clássicos 9

Título: Star Wars: Clássicos 9

Guiões: David Michelinie, Mary Jo Duffy
Desenhos: Ron Frenz, Luke McDonnell, Klaus Janson, Tom Mandrake, M. Hands, Tom Palmer
Arte-final: Tom Palmer, Bob Layton
Cores: Glynis Wein, Klaus Janson, Christie Scheele, Stan G.
Tradutores: Renato Neves e José Vala Roberto

Opinião: Estou bastante chateado com este livro. Furioso. Mas já lá vou. É melhor começar pelo princípio.

As histórias neste volume oscilam entre o "hey, que coisa tão fixe" e "epah, bela duma bodega". A partir do momento em que se tem toda uma história em que alguém salva o dia por conseguir cantar e encantar um alien acabado de ultrapassar puberdade... Enfim.

Mas essas criaturas são bastante curiosas. E ridículas. Enquanto jovens são criaturas fofinhas, uns Ewoks mais felinos e com pequenos fatos militares que só ajudam ao seu arzinho de peluche; mas quando chegam à maturidade como que evoluem para seres primitivos e simiescos, com menos de meio cérebro e que cuja principal forma de comunicação é "AAAAARRRRGGGGHHHHHHHHH".

Voltando às histórias, há de tudo um pouco: uma história que nem é boa nem má, uma que não tem qualquer propósito e que serve apenas para encher, uma história final triste, triste, triste, mas não particularmente interessante...

É importante é referir 2 coisas que me agradaram bastante. Uma delas é que lá pelo meio aparece uma história chamada O Aprendiz, sobre, adivinharam, um aprendiz. A história é bastante interessante, está bem construída, expressa bem a inevitabilidade das escolhas do dito aprendiz... Gostei bastante. E como bónus ainda tem a arte, distinta das outras histórias da melhor forma possível.

A outra coisa interessante é o final de uma história sobre um robot fêmea e um rebelde desaparecido. Ao longo da história vai-se criando uma ligação entre essa robot e o dróide protocolar de serviço, C-3PO. E depois no fim... Desculpem estragar-vos a história, se ainda queriam ler isto, mas digamos que a imagem final tem o C-3PO em primeiro plano, com o resto dos heróis a afastarem-se do leitor, e com a chuva que cai a formar 2 rios de lágrimas que o dróide nunca poderia ter chorado.

É uma imagem forte, intensa, emocional e bastante bem conseguida. Foi dos pontos altos deste volume, e uma das poucas coisas que me fez continuar a ler depois do que vou falar a seguir.

Não sei se têm noção, mas estes livros supostamente são paralelos aos filmes, ou seja, contam a histórias dos filmes e ainda o que acontece entre um e outro, e ainda depois. Li a história sobre o primeiro filme, feliz da vida, sobre o segundo filme, idem idem aspas aspas, e mesmo quando já começava a estranhar nunca mais aparecer o terceiro filme, BAM, salta-se um pedaço de história e começa-se a contar a história DEPOIS do terceiro filme.

Num momento procura-se por Han Solo, congelado em carbonite, no outro está ele feliz da vida, rodeado de Ewoks, a trocar charme com a princesa Leia, enquanto o Chewbacca dorme enroscado com os ursinhos de peluche ambulantes nativos de Endor. Fiquei fulo. A sério. O livro em si já era mediano, com este salto no enredo ficou para sempre classificado na minha mente como fraco.

A ver se consigo ignorar isto e avançar para os volumes que me faltam sem ter vontade de trepar paredes.

domingo, 16 de junho de 2013

Star Wars: Clássicos 8


Título: Star Wars: Clássicos 8

Guiões: David Michelinie, Mary Jo Duffy
Desenhos: Ron Frenz, Gene Day, Kerry Gammill, Tom Palmer
Arte-final: Tom Palmer
Cores: Glynis Wein, Christie Scheele, Stan G.
Tradutor: José Vala Roberto

Opinião: Achei este volume melhorzito, pelo menos que o anterior. Mesmo com algumas coisas estranhas que foram aparecendo.

A primeira história é um bom começo, tem um enredo minimamente sólido e interessante, em que as emoções negativas são exploradas sem se recorrer ao Lado Negro da Força nem a nenhuma encontro do Darth Vader com o Luke.

Na segunda, que dá pistas sobre o passado de Bobba Fett, fiquei genuinamente interessado. O caçador de recompensas é uma personagem bastante interessante mas sobre a qual se sabe pouco ou nada, para além de que tem uma armadura porreira. Foi bom ver as suas origens a serem exploradas.

É na terceira que começa a desgraça. Poucas páginas depois de começar, há uma página inteira a fazer um flashback à história imediatamente anterior. Uma página inteira dedicada a isso. É o que se chama encher espaço. Depois há todo um momento em que enganam um Stormtrooper com a seguinte deixa: "olha, tens os atacadores desatados". Foi tão palerma que me deu pena.

E algures no meio desta história, há alguma coisa que é traduzida como "borregar". Pode ser um termo técnico todo bonito e não sei quê, mas ficou tão, mas tão feito... Acho que o tradutor podia ter feito um melhor trabalho.

O único verdadeiro problema que tenho com a história seguinte é um momento que me fez desligar por completo da história, de tão ridículo que foi. Um gajo diz o seguinte, "a estatueta tem mais ou menos este aspecto", enquanto desenha no chão de terra. O resultado? Um desenho exacto e preciso da estatueta, extremamente detalhado. Um desenho feito no chão, apelidado de "mais ou menos assim", e que depois parece ser uma fotografia? Não.

É então que encontram Han! Não, não encontram nada, é tão óbvio. Nem é preciso conhecer a saga para perceber que o enredo desta história estava bastante pobrezito.

Depois vá lá, apareceu uma história minimamente interessante, ainda que o que me tenha feito gostar tenha sido Dani, a alien de pele vermelha com a líbido mais activa das redondezas, que é tão, mas tão engraçada!

A história seguinte é bastante pouco interessante e improvável, digamos que envolve criaturas fofinhas, uma cidade aparentemente abandonada, e umas cassetes guardadas numa sala do tesouro. Ah, e pessoas a voar em balões de ar quente? Porque vai-te lixar nave espacial, quem precisa de ti quando temos balões de ar quente?!

Por fim, as últimas duas histórias passam-se num planeta praticamente composto por água, em que se conhecem uns extraterrestres interessantes mas que não passa disso mesmo. Mesmo a desgraça que acontece entretanto, é tão previsível... Mas pronto, nem foram muito más.

No geral achei que a qualidade melhorou, mas continua abaixo do esperado. Estas histórias deviam ser geniais, há tantas coisas em Star Wars passíveis de serem exploradas! E continuam a não dar quase tempo nenhum de antena a um dos maiores vilões de sempre: Darth Vader. Isso é que me chateia sempre, as histórias são sempre sobre os bons da fita e sobre como é difícil serem os bons da fita... Vão-se catar, eu quero é ver o Darth Vader a estrangular pessoas e a cortar coisas ao meio com o lightsaber!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Star Wars: Clássicos 3


Título: Star Wars: Clássicos 3

Guiões: Archie Goodwin, Mary Jo Duffy, Chris Claremont
Desenhos: Carmine Infantino, Bob Wiacek, Gene Day, Mike Vosburg, Steve Leialoha
Cores: Carl Gafford, Petra Goldberg, Ben Sean, Glynis Wein, Bob Sharen
Tradutor: José Vala Roberto

Opinião: Só de imaginar que ainda vou ter pelo menos mais 9 destes para ler... Não podia estar mais deliciado. Se bem que para ser honesto tenho que apontar as várias falhas que vão aparecendo, que ainda são algumas.

O Luke continua a ter o mesmo problema que para mim tem desde que o vi pela primeira vez: é o bom da fita só porque sim. Não tem propriamente uma motivação, nada. É bom e acabou. Aqui nas BD's até está melhor, a relação entre ele e o Darth Vader (pré-revelação bombástica que já toda a gente sabe qual é) é mais explorada, assim como a sua evolução no domínio da Força. Torna-se mais interessante, mas ainda assim...

Aquilo que achei mais interessante neste livro deve ter sido a história de um jovem Obi-Wan Kenobi que Leia conta ao resto do pessoal. É uma pequena visita a um Obi-Wan que está algures entre as duas trilogias, e que mostra todo o potencial da personagem. Só tem o defeito de me ter deixado com vontade de ler mais histórias daquelas!

E pronto, há sempre o problema das coisas se resolverem de forma demasiado fácil para os nossos heróis. São capturados, mas um deles é o escolhido de uma profecia qualquer e de repente têm todo um planeta a ajudá-los. Enfim, são coisas que estão lá para desenrascar e fazer avançar a história, mesmo sem fazerem grande sentido, ou sendo ligeiramente incoerentes. Não fosse isso e já Luke e companhia limitada tinham falecido há uns tempos.

Mas pronto, tirando os defeitos, que estou mais do que disposto a ignorar, a qualidade é boa, as histórias são interessantes e aparecem cada vez mais personagens curiosas, como o Barão Taggae, cegado por Darth Vader e que ser vingar a todos os custos, bem como algumas personagens com ligações ao passado dos vários protagonistas, deste um antigo professor de Leia a uma companheira de bandidagem de Han Solo e Chewbacca.

Portanto, mais uma boa colectânea de comics que precisa de ser continuada com mais qualidade no próximo volume, para que a saga começo a ficar menos interessante... Tenho esperanças que cortem nas miraculosas saídas de situações complicadas e se foquem mais na história e no passado das personagens. A ver vamos!