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domingo, 28 de dezembro de 2014

OLS: Agora digo eu! [3]


Um desafio que se arrastou mais do aquilo que eu estava à espera. Malditos sejam vocês todos (os seis) que participaram! E se alguém pensou que eu não ia cumprir, é favor ler a primeira parte da resposta, a segunda, a ronda bónus, e ficar para ler esta terceira e última!

Sem mais demoras, vamos às sugestões do Artur Coelho, que até respondeu ao desafio por conta própria, no seu blog. Deixem-me dizer que foi a lista que mais me fez googlar...

Primeiro, Hypnotherapy For Dummies, para o Dr. Caligari. Não tenho nada engraçado a dizer sobre isto. A única coisa que o Artur conseguiu foi fazer-me lembrar da existência deste filme, que tem um ar fantástico. Verei nas proximidades!

Depois, Sublime Dreams of Living Machines, para o T-800, que caso alguém não saiba, é o Exterminador de Exterminador Implacável, também conhecido como Arnold Schwarzenegger. O livro, esse, é uma descoberta fantástica, um livro sobre a história do autómato e, mais importante ainda, da ideia do autómato. Fantástico. E isto agora é injusto, mas imaginei o Schwarzenengger a tentar ler um livro desses, e ri-me. Só que pronto, isto não tem piada, porque o tipo é na realidade uma espécie de génio...

NASA Main Shuttle Crew Operations Manual para o Buck Rogers. Tenho a sensação que o tipo se ia rir e descartar isto, mas não conheço a personagem bem o suficiente. Esta sugestão leva pontos bónus por mencionar o tipo que aparece na capa da Amazing Stories que vem na capa do Terrarium!

Para fechar esta desafio, vamos aos contra-desafios anónimos de um anónimo muito anónimo, que decidiu ignorar o meu desafio e perguntar-me o que é que eu oferecia a este a àquele. Decidi aceitar, vá, em nome do espírito da época, que tão frequentemente me falta.

Portanto, o que é que eu oferecia ao Barreiros (que ele não tenha já)? Bem, não sei o que é que ele tem ou deixa de ter, e sei que tem mais livros do que é razoável acumular dentro de uma casa sem que esta comece a rebentar pelas costuras, mas vou arriscar. Tendo em conta que é a única pessoa que existe mesmo e que talvez até veja o meu blog de vez em quando, era porreiro se me respondesse. Ouviu? O que é que tem a dizer quanto a Contos de fadas politicamente correctos2001 nights (já é a segunda vez que aconselho este livro, em três dias, deviam mesmo dar uma olhadela), ou o Cidade-túmulo?

Para o George Martin é mais complicado. Li menos coisas e conheço pior o seu estilo de escrito, portanto não posso especular tão bem quanto ao seu estilo de leituras. E tirando o óbvio, que o Francisco Fernandes já fez, de lhe oferecer um livro de dietas e afins, não sei muito bem o que sugerir. A não ser que... Claro! Os livros do Joel! Para o Martin ver como é que se faz o que ele faz, à là tuga, de forma mais interessante e complexa!

Agora ao Harry Potter. A minha vontade é ir procurar guias de coisas para tótós, porque o rapaz não faz nada de jeito ao longo dos sete livros, mas acho que lhe oferecia Hogwarts: Uma História, com uma dedicatória a dizer "acho que se tivesses lido isto, tinhas sido útil", e depois gravava a reacção da Hermione.

Para terminar com estas sugestões, e de vez com o desafio: o que é que eu oferecia ao Doctor? Excelente pergunta. Podia dizer tanta coisa. Mas estranhamente, há um livro que me surge na mente, e que nem sequer li: O jogo do mundo, de Júlio Cortázar. Fiquei a conhecê-lo muito recentemente, no Fórum Fantástico, a propósito do seu centenário, e faz todo um sentido. É um livro que se pode ler pela ordem que nos apetecer, e para o qual o próprio autor sugere duas sequências de capítulos, incluindo uma, linear, do capítulo um ao cinquenta e seis, em que se ignoram os últimos noventa e nove capítulos. Ah! Era mesmo isto!

E pronto, dou por terminado o desafio e a minha contribuição para a Operação Livros no Sapatinho, da Imaginauta. Como retribuição, fico à espera de novidades quanto ao projecto!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Feliz Natal e assim... E OLS: Ronda Bónus!


E bem, é Natal, hoje. Ontem também foi Natal e falei de detectives canibais, nada como pessoas a mastigar outras pessoas para levantar o espírito!

Hoje, cedo à pressão e desejo-vos um bom Natal, ou umas boas festas, que prefiro. Esta época dá-me comichões, exactamente por toda a gente ficar mais simpática e agradável e perdoarem coisas "porque é Natal" e afins... O facto de ser preciso um dia para que isso aconteça, aborrece-me. No fim, é uma desculpa para se trocarem prendas e juntar a família na reunião que tem de haver para parecer bem.

(De uma forma geral, vá, não me caiam em cima.)

Mesmo tu, que me lês agora, e achas que eu sou é parvo porque tu tens um Natal muita porreiro, que não é nada assim, pensa lá se não há sempre alguém que é assim? Sempre. Eu, pelo menos, sou coerente e não discrimino, sou desagradável em qualquer altura do ano! A probabilidade de dar uma resposta torta é igual em todos os 365 dias do ano.

Mas enfim. Boas festas, caríssimos leitores. Passemos ao resto!

Fiz uma promessa, depois comecei a responder, e recentemente continuei a responder. Ainda faltam duas pessoas (daqui a uns dias, sim?) mas por hoje decidi fazer algo diferente, para animar a coisa. Quem escolhe os livros sou eu, e quem os recebe(ria) são as pessoas que me responderam ao desafio!

Para o Anónimo que não percebeu as regras do jogo, dava-lhe o Todos os Nomes, do Saramago. Ou os dois parágrafos do Memorial do Convento com os nomes dos trabalhadores todos. Porque enfim

Para a Jules podia escolher muita coisa, mas fico por algo simples como uma antologia de fan fiction de Harry Potter, só para ver a reacção dela.

O Carlos Silva já é um cliente mais complicado... Talvez uma graphic novel dos Guardiões da Galáxia, para se inspirar e introduzir um Groot no universo do Comandante Serralves. E se precisar de alguém que escreva alguma história dessas, sei com quem falar... *aponta para si próprio, pisca o olho*

O Vítor Frazão levava um high five por juntar Verne e Odisseu na mesma linha, ainda com o Conde de Monte Cristo por perto, e depois dava-lhe a transcrição das conversas no grupo da Trëma, no Facebook. Acreditem que valia a pena ter uma coisa dessas.

Depois o Francisco Fernandes (asesereis, desculpa lá, vais ser para sempre atormentado com este nome) recebia o livro da Leopoldina escrito pelo Filipe Faria. Depois de As Crónicas de Allaryia, e de saber a minha opinião sobre o Perraultimato, acho que um livro sobre um pássaro amarelo gigante com mamas é o próximo passo lógico.

Por fim, o Artur Coelho, acho que lhe dava o 2001 Nights, uma manga que li há pouco tempo e que além dele ser capaz de gostar, ainda tinha a vantagem de eu depois ler a opinião dele sobre o livro, que são sempre engraçadas de ler. Não sei se ele conhece e já leu, mas pronto.

E são estas as minhas escolhas. Vou continuar embora nunca tenha parado o meu dia, vocês divirtam-se e façam o essencial nesta quadra festiva: enfardem que nem frades!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

OLS: Agora digo eu! [2]


Continuando a cumprir o prometido, está na altura da segunda dose de explicações. Para esta vez decidi avançar com a sugestão da minha namorada, a Júlia, e as do Francisco Fernandes, os dois comentadores mais assíduos aqui do sítio.

Para começar mesmo bem, vamos à sugestão, digamos, interessante, da Júlia: oferecer o 120 Dias de Sodoma, do Marquês de Sade, ao Principezinho. A culpa é minha, que faço estes desafios. E ofereço este tipo de livros à rapariga... Mas confesso que gosto da ideia.

De um ponto de vista simpático, bem, podia ser que uma das personagens mais irritantes de sempre, o simpático e adorável Principezinho, aprendesse alguma coisa. Mas de um ponto de vista mais agradável e próximo do meu, diria que era óptimo para o pôr a vomitar enquanto eu me ria e ria e ria e ria e ria. Não gosto da personagem, não gosto do livro, e as descrições que a Júlia me fazia do livro de Sade enquanto o lia eram demasiado até para mim, portanto parece-me perfeito!

(querias ver se me apanhavas, não era? toma lá morangos!)

Ora bem, vamos então às várias sugestões do Francisco, que lê muito, escreve umas coisas e vem aqui mandar eloquentes bitaites com alguma frequência.

A primeira é Introdução ao Direito, de Oliveira Ascensão, e os tomos de Direito Penal do Professor Figueiredo Dias, ao Eng. Sócrates. Algo para se entreter enquanto estiver a ver o Sol aos quadradinhos, imagino, se bem que para ele aquilo já deve ser uma espécia de cartão do bingo: "Olha, já quebrei esta. E esta. É por esta que estou aqui. Pensei nesta, mas adiei para o próximo ano. Ah, mas esta marchou! BINGO!".

Economia e Gestão para tótós, oferecido ao pessoal do governo e da administração pública, é demasiado fácil. E ia ser a coisa mais divertida de sempre. "Não podemos gastar mais do que temos? És engraçado, tu, chama lá o motorista para eu ir ao café."

Para o George R.R. Martin, ia um livro de dietas e de emagrecer de forma saudável, para ver se o desgraçado não morre antes de acabar a história. Ia ser a maior facada de sempre. Mas não imagino aquele homem a comer vegetaizinhos e saladinhas, enquanto chacina completamente o elenco dos seus livros...

Depois para o Ned Stark, personagem de George Martin, ia O Príncipe, de Maquiavel, A Arte da Guerra, de Sun Tzu, e Os Cinco Anéis, do samurai Myamoto Musashi. Mas que grande conjunto para o desgraçado honesto que devia ter tido umas aulas com o Tyrion. Podemos é ignorar os outros livros e concentrarmo-nos em Os Cinco Anéis, um livro escrito por um SAMURAI. Que fantástico. E parece - nunca tinha ouvido falar - que é do estilo do livro de Sun Tzu, só que pronto, escrito por um SAMURAI. Tenho que ver se encontro!

Para terminar, o Francisco diz que oferecia a si próprio uma cópia do guião do novo filme de Star Wars, e que se não fosse bom ia atrás do J.J.Abrams para lhe bater. O que é perfeitamente compreensível, eu também não espero nada menos do que um nível máximo de espectacularidade, deste filme!

E pronto, por hoje volta a ser tudo... Mas ainda há mais duas pessoas que precisam de resposta. Não percam o próximo episódio, porque nós... Também não!

domingo, 21 de dezembro de 2014

OLS: Agora digo eu! [1]



Como prometido, está na altura de explicar as vossas escolhas. Devo dizer que se excederam as minhas expectativas, e agora tenho uma quantidade enorme de justificações para inventar! Até consegui que houvesse uma reacção ao meu desafio noutro blog... Sucesso!

Mas avancemos. Para inaugurar a mini-rubrica, decidi começar pelos progenitores do Projecto Imaginauta, que é quem apoia e divulga esta iniciativa OLS.

Logo para começar, vamos às sugestões do Carlos Silva, jovem autor português de FC.

A Arte da Guerra, de Sun Tzu, para o Ghandi. Mais que não fosse para nos rirmos do ar dele ao receber um livro destes. Por outro, valia a pena pedir-lhe para ler e comentar com anotações nas margens. Não só ficava um livro valioso, como seria um livro de guerra e agressividade (seja em que meio for) anotado por um pacifista.

O Senhor dos Anéis, de J.R.R.Tolkien, para o Jerónimo de Sousa. Os livros têm alguma simbologia (que pode ser interpretada como) comunista, mas eu dizia-lhe que era uma narrativa sobre um povo de elite, que se pode dar ao luxo de andar a passear pelo mundo fora, sem grandes preocupações, e uma classe oprimida, retratada como feia e que é explorada por um industrialista que é apenas o fantoche do capitalista por excelência, que quer as jóias todas para ele.

Passemos agora às do Vítor Frazão, também ele um jovem autor português de FC, e que me deixou mais do que muitas sugestões.

O primeiro é O comunismo será solúvel em álcool?, de Antoine & Philippe Meyer, para o Nixon. Ora, eu não conheço nem o livro, nem o antigo presidente dos USA, portanto não posso opinar grande coisa. Talvez valha a pena vê-lo a tentar ler em português, mas... Ignorem.

Depois The Space Merchants, por Frederik Pohl e C.M. Kornbluth, para a Chicken Boo dos Animaniacs. Confesso que não conhecia a personagem, mas descobri que é um bicho engraçado. E aqui tenho que perguntar directamente: o livro fala sobre um tipo com um passado interessante a ser obrigado a tornar-se num trabalhador dos reles, mas que continua a usar as suas capacidades para fazer coisas. Pelo menos é o que me diz a sinopse, assim por alto. Depois de ver o vídeo, fico a pensar que não achas, Vítor, que a Chicken Boo é algo assim? Ela tinha uma missão, bateu com a cabeça, e agora continua com a missão, mas não a a cabeça...

Dois Anos de Férias, de Júlio Verne, um livro sobre um grupo de rapazes perdidos e abandonados numa ilha deserta no meio do nada, para Odisseu, que demorou anos e anos a regressar a casa. Duh. É para aprender a fazer uma jangada, para o caso d eficar em gente no barco...


O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, para Mathias Sandorf, personagem que Verne criou para um livro que ele queria que fosse O Conde de Monte Cristo da sua colecção. Esta sugestão por acaso até seria útil, porque Sandorf pode andar no seu desejo de vingança à vontade, que eu ainda não vi uma uma fúria e uma paixão por vingança a arder tão intensamente como no livro de Dumas. Aquilo é, no melhor sentido possível do termo, lindo.

All Flesh is Grass, de Clifford D. Simak, para Dale Barbara, um actor que aparece em Under the Dome, adaptado da obra de Stephen King. Parecia uma coisa um bocado aleatória, mas fui ver a sinopse do livro e... Bem, o que interessa é que o King continue a atirar livros da qualidade da maior parte da sua sobra cá para fora, pormenores como existir algo mais antigo com praticamente a mesma história, não interessam para nada!

E pronto, aqui ficam as minhas curtas (mas eficazes, espero) explicações. Voltem sempre, que daqui a uns dias há mais!

sábado, 6 de dezembro de 2014

OLS: Digam-me vocês!


Pensei um bocadinho muito sobre a Operação Livros no Sapatinho. Mas não consegui nenhuma ideia super original em tempo útil. Para ser honesto, nem sequer encontrei lá muito tempo útil. Portanto decidi-me por uma das sugestões originais, um desafio que podem ler ali no título.

Mas dizer é mais fácil do que fazer, e portanto não sei muito bem como responder o desafio. Ou seja, vou fazer o que costumo fazer: aldrabar. E ter alguma confiança! Porquê? Porque vou pedir a colaboração de quem me lê...

Vamos lá pessoal. O que eu quero é que me digam a figura pública ou personagem fictícia, e o livro que lhe ofereciam (faça ou não sentido!) que eu invento a razão. Conforme a quantidade de participações, posso ir publicando de vez em quando, até ao Natal, ou então esperar e publicar tudo duma vez.

Vou-vos dar um exemplo: o Comandante Serralves (aposto que o pessoal da Imaginauta não estava à espera desta, eheh) e um livro de culinária. Para explicar, primeiro deixem-me mostrar-vos como é a barba dele, descrita no livro, à là souvarov:
Ou: abusei da máquina quando estava a apará-la no queixo

Agora tudo faz sentido, como já devem ter percebido. A única forma de alguém com uma barba daquelas manter uma namorada/mulher/amante, seja lá o que for, é se, no mínimo dos mínimos, souber cozinhar. E como o Serralves me parece ser mais do tipo Patinhas, capaz de cozinhar uma lata de feijões de milhentas formas diferentes, em quaisquer condições, mas absolutamente mais nada, leva um livro de culinária.

Perceberam? Então vá, comentem aqui com a personagem fictícia ou figura pública e o livro que lhe ofereciam, mesmo que não tenham qualquer motivo. O resto fica a meu cargo. Pode ser? Óptimo. Agora divulguem isto, que é para me dar trabalho e espalhar a palavra. Qualquer projecto que incentive a oferta de livros merece visibilidade. Go Imaginauta!

sábado, 8 de novembro de 2014

Mais fácil do que uma crónica [1]



Sejam bem-vindos à primeira instância de algo que me vai dar muito jeito! Reparei nos últimos dias que a minha capacidade de acumular coisas interessantes é imensa, e portanto nada melhor do que partilhar as minhas descobertas. E já agora, ter menos trabalho do que a escrever uma crónica...

Comecemos pelo marco importante da vida deste blog: após 5 anos, cheguei às 200 mil visitas, o que já é qualquer coisa digna de se ver! Acho que estes números fazem desta estante um "pequeno blog amador" profissional, o que é algo muito engraçado de dizer às pessoas.

Mas é assim que me considero, tal e qual. Isto é claramente amador, mas já tenho regularidade, trabalho investido e - espero eu - qualidade, para me considerar um amador profissional. Isto já é claramente mais do que um passatempo! Mas este rótulos são só para me divertir, o essencial é que eu possa continuar a dizer parvoíces e que vocês as possam continuar a ler e a apreciar.

E por isso, um obrigado.

Continuemos agora com as novidades a sério. Primeiro há a nova iniciativa da Imaginauta, a Operação Livros no Sapatinho, que tem o objectivo de pôr mais gente a ler através dum incentivo à troca de prendas literárias este Natal. O que apoio incondicionalmente. Especialmente se forem para mim. Estão a ver aquela imagem? Não estou a brincar. Não preciso de mais meias, preciso de mais livros!

Para balançar a coisa, também gosto bastante de dar livros, portanto não se preocupem. E daqui a uns tempos darei mais notícias, possivelmente novidades, sobre este projecto.

Depois é preciso não esquecer que no próximo fim-de-semana há Fórum Fantástico, ainda sem programa revelado (será revelado hoje, às 17, na FNAC Chiado!), mas já com a indicação dos novos Prémios Adamastor do Fantástico, uma iniciativa fantástica para premiar principalmente o que de bom se faz por cá na área do Fantástico. E com a particularidade de, se forem ver na secção de contos elegíveis, ter lá o meu nome!

Sim, a minha modesta participação na Fénix III é tecnicamente elegível para os prémios Adamastor deste ano! Deixem-me que vos diga que é daqueles pequenos prazeres da vida que já ninguém me tira. É claro que não vou ganhar nada, já viram o resto da lista?, mas vão haver mais edições, e mais escritos meus (espero eu), portanto... Um dia!

Mas nem só de Fórum Fantástico se fazem os eventos de Novembro... Há também o Episódio III dos Mensageiros das Estrelas, um encontro com um programa interessantíssimo sobre o Fantástico, a Portugal Time Lord Academy e um evento do Whoniverso para celebrar o aniversário da série.

Só coisas interessantes, isto é uma desgraça... Mas falta uma que me é especial. Já ouviram falar dum tipo com uma máquina de escrever antiga que anda por aí a fazer retratos escritos das pessoas, e a escrever-lhes cartas e essas mariquices todas? Pois é, é meu primo, chama-se André Pereira, e lança o seu primeiro livro, chamado pequenas estórias de muitas vidas, este fim de semana.

Hoje em Leiria, amanhã em Lisboa, aconselho-vos a ir. Eu não vou conseguir, que Leiria fica-me longe e no Domingo trabalho, mas hei-de ir à apresentação do próximo, de certeza. Como é óbvio, sou um suspeito um bocado parcial neste assunto, que ele é meu primo e basicamente o culpado de eu me ter metido nos blogs, mas não deixarei de ler o livro com o mesmo espírito crítico de sempre... Talvez não seja tão mau como às vezes sou, se o livro não for muito bom, e talvez seja mais gozão do que seria normalmente, mas tenho a certeza que não vou ter problemas: sei bem a qualidade dos escritos do André.

E sim, há-de ser entrevistado. Não se escapa.

Para finalizar, gostava de publicitar aqui um concurso de escrita de horror e dois artigos muito interessantes que li esta semana, uma cronologia da ficção gótica, com links para ebooks e tudo, e um artigo que me foi mostrado pela minha amiga louca de Letras, a Beky, sobre como o pessoal de Ciências também sabe escrever umas coisas.

Este último ponto dava um artigo por si só, mas vou-me abster, pelo menos por agora! Acabei por escrever mais do que para uma crónica, mas garanto-vos que deu menos trabalho, portanto o título ainda se aplica. Agora já sabem, Fórum Fantástico, Portugal Time Lord Academy, Mensageiros das Estrelas, o lançamento do livro do meu primo, comecem a escrever contos de horror e não se esqueçam de oferecer livros este Natal!