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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Green Lantern: Wanted: Hal Jordan

Título: Green Lantern: Wanted: Hal Jordan
Argumento: Geoff Johns
Arte: Ivan Reis, Daniel Acuña e Oclair Albert


Opinião: E para não fugir àquilo que tem acontecido, este é mais um volume de Green Lantern que acho mediano. No entanto foi minimamente interessante. Passo a explicar.

Acho que terei sempre o problema com a personagem (ou classe delas, já que há uma carrada deles), e em particular com o Hal Jordan, que me aborrece um pouco. Mas a verdade é que a história tem potencial, e depois de ter sido toda arrumadinha no Rebirth, está com boa cara.

Mas acaba por se agarrar demasiado ao Rebirth. Há sempre alguma consequência ainda por descobrir, ou alguma história pré-Rebirth que nos é contada de repente e que muda um bocado da história. Disso não sou fã. Já deu para perceber a ideia, e sim, foi feito um trabalho do caraças a trazer isto de volta à vida e ao sucesso, mas já chega, avança!

Confesso que, ainda assim, já me sinto preso à história. E as várias corporações que andam a despontar (Sinestro Corps, os amarelinhos do medo, Violet qualquer coisa, as violetas do amor) e que conspiram para culminarem numa luta e em algo relacionado com uma profecia, começam a ser verdadeiramente cativantes.

É pena que nas BLX só existam este 4 livros, porque era mesmo agora que o potencial podia revelar-se como awesomeness a sério, e fazer com que eu me rendesse. Assim sendo, olha, ficará na minha lista de leituras, à espera...

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Green Lantern: Revenge of the Green Lanterns

Título: Green Lantern: Revenge of the Green Lanterns
Argumento: Geoff Johns
Arte: Carlos Pacheco, Ethan Van Sciver e Ivan Reis


Opinião: Este livro também não conseguiu elevar a minha opinião sobre os Green Lantern. Até gostei, como tenho gostado sempre, mas não sei se é de haver tanta coisa que não conheço, de a história ser realmente desinteressante ou do meu pouco interesse pela personagem, mas não fiquei fascinado.

E aqui detectei algumas coisas que me desagradaram em termos de narrativa: logo no início do livro há uma ameaça, um alien lixadão chamado Mongul, que quer conquistar o planeta Terra e é uma ameaça tremenda, estando inclusivamente ligado aos eventos que levaram à loucura de Hal Jordan, mas que deixa de o ser demasiado depressa.

Ou seja, não o senti como uma verdadeira ameaça. Foi demasiado simples.

Outra coisa que não me agradou, que já tem vindo a acontecer nos outros livros e que parece não ser uma coisa passageira, é a quantidade de vezes que a história de vida de Hal é contada. Eu compreendo que isto inicialmente eram comics, lançados de forma relativamente espaçada, mas há um limite para a quantidade de vezes que eu quero ouvir exactamente a mesma história uma e outra vez, com as únicas diferenças a serem pormenores que são adicionados para criarem mais algum confronto ou desenvolvimento da personagem.

No entanto há algumas personagens que se pensava estarem mortas que regressam, e isso está bem porreiro. A explicação é um pouco ranhosa, aparentemente os anéis dos Green Lantern não deixam que eles matem pessoas, mas pronto, a coisa passa, mais que não seja por causa das personagens interessantes que ressurgem.

Sinceramente tenho pena de não estar a gostar tanto quanto isso, porque até superou as minhas expectativas e noto que há potencial... Mas a abordagem estilo Power Rangers à escala universal, com poderes supostamente fornecidos via ficção científica, mas com todas as características de ser mais magia do que outra coisa, não me fascina por aí além.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Green Lantern: No Fear

Título: Green Lantern: No Fear
Argumento: Geoff Johns
Arte: Carlos Pacheco, Ethan Van Sciver, Darwyn Cooke, Simone Bianchi


Opinião: Depois de um Rebirth que superou as minhas expectativas sem se tornar excepcional, este segundo livro de Green Lantern continua a não me fascinar.

A história é interessante, ou começa a ser, confesso. Mas o dilemas do Hal Jordan (o Green Lantern da capa) conseguem ser bastante aborrecidos. Põe a porra do anel e faz o teu trabalho!

De resto, é sempre agradável ver a mitologia dos Green Lantern a ser explorada, sem pudor em trazer outros heróis ao barulho. Por pouco que a noção de Green Lantern me diga, continuo a achar interessante saber a história por detrás de tudo isto.

E no fim, apesar de já ser mais lugar-comum que os lugares-comuns do costume, a parte mais interessante são os maus da fita. Um Black Hand completamente louco e com poderes sinistros, e um Hector Hammond mega cabeçudo e intrigante conseguem roubar a atenção, sempre que aparecem.

É que muito honestamente falando, há Green Lanterns muito mais interessante do que Hal Jordan. Quer dizer, em termos de história, toda a brincadeira do Parallax, e do Spectre, e de ressuscitar e o camandro, isso foi bom. Mas depois a personagem é fraquinha. Preferia seguir um Kilowog, o alien grandalhão que treina aspirantes a Green Lantern, por exemplo.

Enfim, eu já vinha com algum preconceito relativamente à personagem, isso não ajuda. Acabo por achar isto mediano... Mas!, a coisa até promete, se daqui para a frente isto estiver bem planeado e for avançando como deve ser. Veremos.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Green Lantern: Rebirth

Título: Green Lantern: Rebirth
Argumento: Geoff Johns
Arte: Ethan van Sciver


Opinião: O Green Lantern é um daqueles super heróis que nunca me fascinou. Sempre o meti na mesma categoria que o Superman, por exemplo: demasiado poderoso para ser realista.

Ou "realista". Vocês percebem. Quando se virtualmente indestrutível e imparável, a coisa perde a piada. É preciso ter fraquezas, limitações... Pronto, o Superman tem a kryptonite, mas isso é um bocado parvo.

Confesso que também não conhecia propriamente a história e a mitologia dos Green Lantern, sabia que eram vários, que o poder lhes vinha dos anéis e era baseado na sua força de vontade e que tinham uma fraqueza: a cor amarela.

É verdade, senhoras e senhores, os poderosos vigilantes e guardiões do Universo são inúteis contra coisas amarelas. Que coisa mais parva, só falta alguém não conseguir usar o seu poder de matar em coisas vivas, ou assim...

Mas pronto, pelo que percebi da minha pesquisa, e das dicas (e entusiasmo!) do Nuno Amado, a continuidade destes heróis tinha vindo a ser deturpada e manipulada à vontade pelos autores que por lá passavam, criando situações não muito felizes e mais pontas soltas do que outra coisa.

Ora, o que este livro fez foi exactamente resolver todos esses problemas. Agarrar em todas as linhas narrativas, com todas as suas pontas soltas e os seus problemas, e dar uma nova vida a um conjunto de super-heróis.

O resultado é muito melhor do que aquilo que eu esperava. Sem saber em detalhe quais eram as coisas a resolver, devo dizer que é de aplaudir a forma bem arquitectada como Geoff Johns consegue introduzir várias coisas na história e dar-lhes uma explicação ou uma resolução. Nota-se que é uma história bem pensada, I'll give him that.

Ainda assim não me convenceu. Fiquei com melhor impressão, mas não é definitivamente o meu tipo de herói. As personagens em si são interessantes, especialmente Hal Jordan, Guy Gardner, Sinestro e Parallax, mas os Green Lantern... meh.

A arte disto é que é fenomenal! Há momentos bastante fortes, como quando Parallax aparece na sua forma normal, ou quando Hal, Parallax e Spectre lutam entre si. Mas nem só de arte se faz um livro, e embora a história me tenha agradado, e o livro tenha superado as minhas expectativas, não fiquei fã. Curioso, vá.

Ainda por cima tenho um fraquinho por "variações do mesmo herói", como é mais ou menos o caso do Green Lantern e o resto dos tipos com anéis, que já sei que andam por aí, embora aqui só apareça mais o Sinestro e o seu anel amarelo.

E a história revela coisas interessantes, como o facto de que usar os poderes do anel dói fisicamente. É interessante e acrescenta uma espécie de limitação, algo negativo para contrabalançar todo aquele poder. Além disso, gostei bastante da explicação para a forma como cada Green Lantern usa os seus poderes de forma diferente: uns fazem-nos como arquitectos, outros de forma caótica, outros como artistas... Essa parte foi boa. De resto, talvez os próximos livros me agradem mais.