quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Saga #1

Título: Saga #1
Argumento: Brian K. Vaughan
Arte: Fiona Staples

Sinopse: Saga is the sweeping tale of one young family fighting to find their place in the universe. When two soldiers from opposite sides of a never-ending galactic war fall in love, they risk everything to bring a fragile new life into a dagenrous old world. Fantasy and science fiction are wed like never before in the first volume of this sexy, subversive ongoing epic.

Opinião: Brilhante. Um mundo estranho, mas bem construído, repleto de personagens estranhas, mas bem construídas. Os desenhos são bons e há frequentes imagens bastante fortes que captam de imediato a atenção. O mesmo acontece com as personagens, cada uma mais freaky que a outra.

Desde os protagonistas, Alana e Marko, à sua adorável filha Hazel, passando pela realeza Robot, com cabeças de televisão, e pelos freelancers: The Will (mais o Lying Cat, que é uma ideia fenomenal) e The Stalk. Brutal e de certa forma sensual de uma ponta à outra, este primeiro volume promete bastante e não desilude, com a sua história viciante bem contada, inserida num mundo fantástico bem trabalhado e recheado de personagens interessantes.

A história de um casal que apenas quer viver descansado, intercalada pela história de uma grande batalha galáctica, em que parece não haver bons nem maus, apenas inimigos, é contada de uma forma bastante interessante e está pejada de pormenores fantásticos em todos os sentidos possíveis. Os fantasmas de Cleave, a realeza robótica-televisiva, os tipos com cornos e os tipos com asas, o outsourcing da guerra... O contraste e a batalha entre magia e tecnologia... Muito, muito bom!

Foi um daqueles livros que acabei de ler e me deu aquela fantástica sensação de deleite, curiosidade e ligeiro mindfuck. Comprei-o um bocado às cegas, mal tinha ouvido falar dele, mas não me arrependo minimamente. Para terem alguma noção, a primeira coisa que fiz assim que o acabei de ler, foi lê-lo outra vez. E acho que quando tiver o segundo volume nas mãos, antes de o ler, leio este outra vez. Só porque é fixe.

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